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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Esta é uma homenagem à turma de cabelos brancos!!!

Esta é uma homenagem à turma de cabelos brancos!!!

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo, o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e...
- numa pausa para tomar outro gole de cerveja, o senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens... por isso nós as inventamos. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração?
Foi aplaudido ruidosamente, de pé!

Tipos de Governo (Teoria da Vaca)?

Tipos de Governo (Teoria da Vaca)?


TIPOS DE GOVERNO (TEORIA DA VACA)



SOCIALISMO:

Você tem duas vacas, o Governo toma e dá para seu vizinho que não tinha nenhuma.



COMUNISMO:

Você tem duas vacas, o Governo toma as duas e dá a você um pouco de leite diariamente.



FASCISMO:

Você tem duas vacas, o Governo toma as duas e vende a você o Leite.



NAZISMO:

Você tem duas vacas, o Governo mata você e toma as duas vacas.



BUROCRACIA DE ESTADO:

Você tem duas vacas, o Governo toma as duas, mata uma e joga o leite da outra fora .



DEMOCRACIA:

Você tem duas vacas, vende as duas, para o Governo muda para a cidade e arruma um emprego Público.



ANARQUISMO:

Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.



CAPITALISMO SELVAGEM:

Você tem duas vacas,vende uma ,compra um touro e o Governo toma os bezerros como imposto de renda na fonte.



GOVERNO PETISTA:

Sua vaca sumiu , ninguém sabe , ninguém viu !!!!

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20101013082910AAxIOFe

Coloquei o endereço do e-mail antes que o PT procure novamente a Polícia Federal para localizar quem enviou mensagem.

Está fui eu Professor Rogério Antônio Rosa



O PREFEITO E A POLÍCIA FEDERAL - Bento Gonçalves - RS

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


O PREFEITO E A POLÍCIA FEDERAL

Leio em jornal local que circula hoje pela cidade, na página 3, que o Prefeito Lunelli estaria em Porto Alegre em visita à Polícia Federal com "o objetivo de solicitar a apuração da origem de mensagens de texto que estão circulando na internet em que secretários e funcionários da administração municipal são acusados de desvios de conduta". Segundo o jornal a informação deste objetivo é do próprio Prefeito. E o objetivo revelado é: que seja apurada "a origem das mensagens". Diante disto, destaco: primeiro, gostaria de ver o Prefeito pedindo à Polícia Federal (ou à Polícia Civil) para investigar "as denúncias" para saber se são verdadeiras ou falsas(e não apenas a origem); segundo, parece claro que o Prefeito ar dar divulgação a tal visita à Polícia Federal está exagerando e tentando colocar medo em alguém, já que é evidente que tal assunto não seria da Polícia Federal, mas da Polícia Civil; e, terceiro, o Prefeito deveria se preocupar mais com o conteúdo e menos com a forma que alguém sem coragem de se expor usa para dizer o que sabe e o que pensa. Mas já que o Prefeito está lá, sugiro que ele peça para a Polícia Federal investigar também: o uso do cartão de abastecimento de gasolina e diesel; o contrato de licitação do lixo; a forma de indicação de contratação e demissão de funcionários pela COMTAU e pela Fundação Araucária; o contrato de licitação do Centro de Informações Turísticas; a destinação e uso de dinheiro público destinado para algumas entidades; o caso do superfaturamento da licitação das máquinas no fim de 2009; o cumprimento da jornada de trabalho por parte de alguns CCs; algumas contratações sem licitação; o uso que se está dando dinheiro do Fundo de Gestão Integrada; e, ainda, a forma de cobrança da ATAR. Outras ações policiais poderíamos sugerir para a tranquilidade da comunidade e para se saber às claras até aonde se está usando bem ou mal o dinheiro público. De qualquer sorte, fico torcendo para que se descubra de onde se originou a mensagem apócrifa perturbadora para a administração, isso porque, talvez, depois de descoberto o autor, se possa tirar dele os motivos e principalmente a fonte documental ou não do que escreveu.

Postado por Adroaldo Dal Mass às 06:28
http://dalmass.blogspot.com/2011/02/o-prefeito-e-policia-federal.html?spref=fb

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ser Político ou Não Ser

Ser ou não ser político


Ser ou não ser político



"O analfabeto político é tão burro

que se orgulha e estufa o peito

dizendo que odeia política.

Não sabe o imbecil

que da sua ignorância política

nascem o prostituta, o menor abandonado,

o assaltante e o pior de todos os bandidos,

que é o político vigarista, pilantra, corrupto

e lacaio das empresas nacionais e multinacionais".

Bertolt Brecht - poeta e dramaturgo alemão .







Vive-se a pós-modernidade, época de grandes transformações que ocorreram em termos sociais, econômicos e científicos com o surgimento das máquinas.

Nesses tempos pós-modernos, o Brasil passou por avanços e retrocessos nas mais diversas áreas que afetam diretamente o homem. A educação foi sucateada durante a Ditadura Militar, quando as liberdades foram cerceadas nas instituições de ensino, os salários dos professores, aniquilados e as estruturas físicas das escolas, deterioradas. Restava aos educadores o simples e monótono papel de repassar conhecimentos envelhecidos e pré-determinados pelos órgãos superiores. Aos alunos, estudantes universitários ou do colegial, era-lhes negada a palavra para expor qualquer opinião ou debate de idéias. Até mesmo os discursos, por ocasião de festas cívicas ou formaturas passavam pela supervisão dos diretores das instituições. Esses eram pessoas nomeadas pelo governo e, para se conservarem nos cargos e manterem o seu “status quo”, viviam em completa subserviência aos “patrões”, homens que serviam à ditadura.

Mas como nada fica para sempre, esse estado de submissão e violência moral que tolhia a voz do povo, caiu por terra. Paulatinamente, os movimentos democráticos iam ganhando as ruas. De início, era uma voz tímida e sufocada na garganta, após viver mais de vinte anos no silêncio, com o golpe militar. Aos poucos, as vozes que se calaram por aquele “longo e tenebroso inverno”, explodiram nas ruas e avenidas das capitais e das grandes cidades e tomaram conta do país. E a política foi ocupando espaço maior nas discussões e bate-papos das pessoas das várias camadas sociais e faixas etárias.

Diz-se hoje que, nunca, no Brasil, discutiu-se tanto política e cidadania, como agora. Passado o jejum dos anos de privação da palavra, os brasileiros passaram a ingerir política no café da manhã, no almoço e no jantar. Um cardápio muitas vezes pesado, em contraponto ao jejum forçado no período de 1964 a 1985, imposto pelas armas e com o apoio de setores mais conservadores da sociedade, da imprensa e parte da igreja.

Foi um período de apreensão, tristeza e indignação em que a população brasileira mergulhou. Tudo era vigiado e cometiam-se as mais atrozes ações, em nome de uma “falsa segurança”.

Nas escolas, fecharam-se os Grêmios Estudantis e criaram-se os Centros Cívicos, controlados pelos diretores, pessoas de confiança dos governos ditatoriais. Calaram-se as vozes dos estudantes, dos artistas, dos escritores, dos poetas e de muitos jornalistas, dramaturgos e cineastas. Esses profissionais tiveram suas produções censuradas.

Caído o regime de opressão, o tema “política” volta aos bate-papos, às salas de aula, aos noticiários de rádio e tv, aos jornais escritos, às músicas, aos poemas, ao cinema e à dramaturgia. A política volta também à conversa de jovens e adultos, gente letrada e iletrada, homem da cidade e homem do campo. O fato é que há hoje uma consciência maior que grita pela liberdade de expressão, que quer escolher seus governantes e denunciá-los quando deixa de confiar neles. A mídia coloca ao alcance dos eleitores, sem medo de punição, as mazelas sociais deixadas pela inoperância, pelo descaso e pela corrupção. Ninguém aceita mais as falcatruas, o fisiologismo desrespeitoso e o nepotismo que envergonha as famílias.

Não obstante a volta das liberdades, vêem-se, ainda hoje, resquícios do regime militar engendrados na mente e na alma de políticos autoritários, verdadeiros déspotas que, para se conservarem no poder, se utilizam de meios desonestos, de prepotência e perseguições, apadrinhamentos e repartição de empregos a pessoas incapazes. Por isso, não se pode afirmar que se vive neste país uma real democracia. O regime é democrático, mas os políticos que aplaudiram a ditadura continuam com as mesmas idéias cristalizadas na suas mentes doentias. Vê-se isso materializado nas ações que praticam, nos conluios que fazem, na arrogância com que tratam seus subordinados.

Embora a liberdade tenha ressurgido como uma conquista das forças democráticas, há ainda muitos conflitos entre o que o homem comum pensa e o que o político estabelece como diretrizes de sua administração.

Sabe-se que a política é constitutiva do ser humano e prende-se ao seu caráter intrinsecamente social. Por que, então, muitas pessoas se dizem “apolíticas”? É de causar estranheza alguém declarar-se “apolítico”. Deve-se isso a quê? Alienação? Medo? Como o homem, um animal social, pode ficar dissociado da política? Não é ela parte integrante da sua sociabilidade, numa ação cruzada com a sua intersubjetividade? Existe também o outro lado que trata da relação do homem com a natureza e da relação homem-homem. Essa é uma relação insofismavelmente estabelecida, que se torna impossível ao homem sobreviver sem a política.

Essa reflexão dá conta de que a política não é algo ruim, feio, pecaminoso, sujo, mas alguns políticos é que a fizeram assim. Portanto, viver sem política é impossível. Ela é essencial à vida do ser humano, desde que suas ações sejam mediatizadas pela razão, desenroladas com autocontrole das emoções. Dessa forma , se produzirão atos conscientes e em respeito à coletividade.

Falar, então, que é “apolítico” distancia o homem da sua identidade social, porque é do homem que a política trata e é na sociedade que ele vive. Achar-se “apolítico” é, pois, um equívoco. É ter uma visão tacanha, unilateral e simplista de si mesmo e do outro, com juízo de valor concebido aleatoriamente de que política não presta e de todos os políticos são iguais. Inquestionavelmente, nenhum país, nenhum povo, nenhuma sociedade se estabelece sem política.

Viver alheio à política é uma atitude medíocre e preconceituosa do senso comum. Nenhum homem em sã consciência poderá eximir-se desse comportamento social e dessa realidade intrínseca das relações, surgidas desde a Antiguidade Clássica. Fora Tucídides o criador da história política. Ao visitar Atenas pela primeira vez, ficou atônito e se enraizou na vida da Atenas de Péricles que tinha a política como o pão nosso de cada dia. Não foi a história que se tornou política, mas o pensamento político é que se tornou histórico, segundo Werner Jaeger.

Pode-se perceber, portanto, que a política não se constrói da forma que um e outro quer, mas que ela se estabelece na sociedade como forma de melhorar o ser humano, deixá-lo mais aprimorado para viver bem consigo e com o outro. Para isso é preciso que as ações dos políticos sejam voltadas para o bem comum.

Este texto surgiu em virtude da minha inquietação de ouvir, nos últimos tempos, as pessoas se manifestarem como “apolíticas”, como prerrogativa dos seus desenganos.









Mena

Publicado no Recanto das Letras em 02/06/2006

Código do texto: T168171 http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/168171

domingo, 21 de março de 2010

Conhecer História


Elian Alabi Lucci

Com o desenvolvimento acelerado do processo de globalização entramos na era do conhecimento e da criatividade. Essa passagem para a "sociedade do conhecimento" (para usar a expressão de Peter Drucker) deve colocar a pessoa no centro do mundo. E a sociedade do conhecimento precisa ter em seu âmago a educação da pessoa. Uma educação que aponta para a universalidade, exatamente porque a sociedade do conhecimento é uma sociedade de conhecimentos e é global - não só em sua moeda e em sua economia, mas em suas carreiras, em sua tecnologia, em suas questões básicas e, acima de tudo, em seus conhecimentos.

Assim a sociedade pós-capitalista, a sociedade do conhecimento necessita precisamente do oposto daquilo que é, afinal, propugnado por desconstrucionistas, pelas feministas radicais ou pelos anti-ocidentais. Ela precisa daquilo que eles rejeitam: uma pessoa educada para o universal.

A sociedade pós-capitalista necessita dessa educação aberta mais do que qualquer sociedade anterior e, nesse quadro, o acesso à grande herança do passado é um elemento essencial.

Segundo Peter Kreef, "Nosso mundo é um mundo sem heróis". Um país sem heróis - claro que não se trata aqui só (nem principalmente...) de heróis de armas, mas de todo tipo de heróis (aí incluídos os protagonistas do quotidiano) -, sem memória é um triste país.

Mas como manter a memória nacional? É exatamente através do estudo de sua História, do seu passado, de seus heróis, de seus comportamentos em determinadas situações.

Regine Pernoud, ao lembrar que o homem é também um animal histórico, indaga-se: "Mas como é possível interessar-se pela história na época em que os homens andam sobre a lua?". A resposta é simples, qual foi o primeiro ato realizado pelo homem quando se viu na Lua? Abaixar-se para apanhar uma pedra. O gesto ancestral. Para além de todas as definições, história é vida e o homem se define pela sua história: se uma pedra pode ter tanto interesse para ele, é porque ela é "signo da vida". A História é a busca do vivido, esse vivido através do qual traçamos nossa própria existência.

Por que é preciso conhecer a História do mundo e de seu país, das tradições sociais, culturais e políticas de um povo? Para que não sejamos levados - como é muito comum hoje em dia - a pensar com a cabeça alheia; e trata-se de conduzir e não de sermos conduzidos. Chesterton, diz que o homem não é verdadeiramente um homem enquanto não vê o mundo de pernas para o ar e de cabeça para baixo. Pode-se praticar esse exercício sem muita fadiga, estudando História.

Ao se familiarizar com outros tempos, outras épocas, outras civilizações, adquire-se o salutar hábito de desconfiar dos critérios de seu tempo: eles evoluirão, como outros evoluíram. É a ocasião de revisar, dentro de si próprio, o mecanismo de pensamento, suas próprias motivações etc. por confronto com o outro.

O estudo da História permite também avaliar melhor a noção de progresso. Geralmente nós fazemos uma idéia muito elementar do progresso.

Lewis Mumford, escreve que somos levados a pensar que se as ruas de nossa cidade eram sujas no século XIX, elas deveriam estar quinhentas vezes mais sujas seiscentos anos antes. Quantos estudantes acreditam piamente que o que aconteceu no século XIX, por exemplo, o trabalho das crianças nas fábricas, sempre existiu e que só as lutas de classe e o sindicalismo, no final do século XIX, liberaram a humanidade desta situação! Quando se tem uma educação histórica, o progresso (em geral) é uma clara evidência, mas também o é o fato de que não se trata jamais de progresso contínuo e uniforme. Na verdade, a humanidade avança em certos pontos, recua em outros: o impacto em nós produzido pela constatação de tal avanço deve ser o mesmo que ante a constatação de um retrocesso...

A História não fornece soluções, mas permite enquadrar corretamente os problemas. Ora, todos nós sabemos que um problema corretamente proposto já está meio resolvido.

Negligenciando a formação do sentido histórico, esquecendo que a História é a memória dos povos, o ensino forma desmemoriados. É relativamente freqüente o lamento de que nas universidades contemporâneas estejamos formando irresponsáveis, valorizando a fria formação técnica em detrimento da sensibilidade e do caráter. E, nesse quadro, deve-se observar que é grave também formar desmemoriados. Tanto quanto o irresponsável, o desmemoriado não é uma pessoa completa, nem um nem outro desfrutam do pleno exercício das suas faculdades, que é a única coisa que permite ao homem, sem perigo para ele e para os seus semelhantes, o exercício de uma verdadeira liberdade.

Ensino e Metodologia Crítica

As Ciências Sociais em nosso País passaram historicamente, dos anos 50 até aproximadamente 1970, por um processo de ensino voltado para a pesquisa empírica (experiência e observação), sem nenhum apoio teórico para os assuntos abordados.

A partir de 70, surgiu uma tendência - igualmente exagerada - a de descarregar no aluno as mais diversas informações estrututradas por modelos de análise, freqüentemente distantes de nossa realidade social.

Tanto uma como outra abordagem metodológica, não dá ao aluno condições para estabelecer relações entre a teoria e a prática. Assim elas contribuem para que as análises metodológicas se caracterizem ainda hoje pelo conservadorismo.

As diferentes Ciências Sociais (Antropologia, Geografia, Sociologia, Política...) da maneira como são ensinadas, distanciam o aluno da realidade e dos problemas da sociedade. A realidade social, devido a complexidade da nossa sociedade, exige no seu estudo, uma ação conjugada - e não compartimentada - das Ciências Sociais. E o que ocorre é que outros contextos - para além do particular enfoque da ciência em questão - tendem a ser desconsiderados.

Assim, em Geografia, ao priorizarmos "modelos" que não consideram o contexto histórico e social não permitimos ao aluno ultrapassar o nível superficial das nações que são estudadas. Uma metodologia crítica deve procurar dar ao aluno amplo contato com a realidade que o cerca. Para isto é importante que o aluno tenha consciência de sua dimensão espaço-temporal, para que possa questionar os processos de mudança social: ele deve ter consciência do processo que está vivendo, por exemplo: o significado e o alcance de estarmos situados na América Latina.

Outra necessidade na abordagem crítica das Ciências Sociais implica em que os principais acontecimentos sociais, econômicos, políticos e culturais do problema a ser estudado sejam tratados em unidade (por exemplo: A guerra do Contestado - ou a de Canudos - não podem ser compreendidas sem a análise do condicionamento dado pelo ambiente geográfico, tanto quanto pelo o contexto social em que ocorreram).

Para tanto é necessária a interdisciplinariedade, para que não se promova um conhecimento parcial e fragmentado do real. Concluindo, todo ser humano para produzir conhecimento, deve ser crítico, questionador e ter uma postura metodológica cujas técnicas de investigação sejam coerentes com a visão do mundo.

Fonte:http://www.hottopos.com/videtur/elian.htm